domingo, 4 de março de 2007

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Carnival 2007

Last night me and some friends went to Lisbon to see the baby of a friend couple and also to go out and have a carnival party.


After dinner we went to a nice and small club, “Jamaica”. The music was good. The Cure, some Portuguese classics, The Strokes, The White Strips, Guns ‘n Roses, The Doors, Pearl Jam, Jimy Hendrix, Depeche Mode… a lot better than Onnela or Passion Club in Kuopio.

I will put some pictures here so you can see me there.




domingo, 18 de fevereiro de 2007

Room with a view


This is the picture I just took one hour ago, at 5 pm, from my balcony.

Weather Forecast

Last year, for the second time in my all life i saw snow and snowing. The first time I was just 2 years old. So as you can imagine I was very happy. I went outside with Pascal and a couple of Portuguese friends, Sandra and Sérgio, and I made small small snow balls. Of course Pascal catches some of those with his face and body, but it was funny. At that time we took some pictures.



And a few weeks later I made a movie and it’s all about snow. Jiri, a Czech friend, saw that movie and he didn’t understood why… so he asked Kerstin who explain him that I’m not that used to snow.
And now there is even more snow in Finland. All is white, and I’m here stuck with sun and the same boring weather, as usual. You can see here the weather forecast for Kuopio, Coimbra and the snow depth Finland.




And this is just one of all the things I miss about Finland.



segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Informação de Última Hora


Um dos traficantes foi já hoje deportado para Portugal por ter alegadamente cometido crimes idênticos, no seu país de origem.

O historial deste indivíduo em tráfico e consumo de substâncias à base de cacau é extenso.



A sua companheira, também envolvida neste caso, continua a ser ouvida. Suspeita-se também de tráfico de bacalhau, enchidos e vinho do Porto; vindos de Portugal com destino à Finlândia.

Além destes casos de tráfico, esta mulher residia à 4 meses e meio na Finlândia, em que o último mês e meio foi de forma ilegal (visto não ter declarado às autoridades que ficaria no país por mais de 3 meses e pago a respectiva licença). Por tudo isto, na próxima segunda feira será também deportada para Portugal.

domingo, 10 de dezembro de 2006

Contrabando da Finlândia para Portugal via Londres- Stansted

Ao princípio desta noite foi apreendido o maior carregamento de substâncias à base de cacau e também algumas bebidas alcoólicas em Neulämäki, nos arredores de Kuopio.

Foram também apreendidos 3 telemóveis e 4 cartões Multibanco/VISA e os 10 euros que restaram aos traficantes depois do negócio de aquisição.

Sabe-se que todo este carregamento seria para distribuir por Portugal continental, particularmente na zona de Coimbra.

Os cabecilhas desta organização foram encontrados com os beiços castanhos e a mesma substância entre as unhas e pontas dos dedos, supostamente depois de provarem a mercadoria e não terem conseguido parar... O casal, encontra-se agora sob custódia judiciária e recusaram-se a falar porque tinham a boca cheia.

Voltaremos com mais notícias assim que se justificar.

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Um dia de neve

Para ver e ouvir.

Um bocadinho do meu dia aqui em Kuopio.

domingo, 5 de novembro de 2006

EILC - O Resumo

EILC Oulu 2006

No fim de Agosto e depois da viagem a Kuusamo, acabou o curso e as pessoas separaram-se pelos cantos da Finlândia.

Durante todo o curso, a música dos Green Day "Time of Your Life" não me saiu da cabeça, e sempre achei que essa música resumia tudo o que estava a sentir.

Então, cheguei a Kuopio e resolvi juntar todas as fotografias em grupo e mais algumas e coloca-las em forma de filme com a música como banda sonora.

E aqui está o resultado!

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Helsinki, o jogo de Portugal e o piercing no nariz

Suomi - Portugal
6 de Setembro 2006
Helsinki

Como podem ver, este pessoal anda por todo o lado a seguir a selecção. Só não sei onde é que arranjam o dinheiro para isso. Mas gostava de saber para lá ir buscar algum para mim...


Aquecimento da melhor selecção do mundo.

Eu e o Miguel (do Porto, que está a estudar em Rovaniemi), depois de cantar o Hino com toda a força que tínhamos nos pulmões.


Não sei qual é a piada de festejar um golo da Finlândia...

E o jogo continua...

Eu e o Pascal, que torcia pela Suomi.

O Miguel, eu e o Pascal.

Miúdas fixes num bar super fashion de Helsinki.

Tino (it), Lorenzo (it), Pascal (fr), Paolo (it), Andreas (it), e o outro já não me lembro o nome...

Jasmin, eu e a Kerstin, no Studio 54, o club da moda em Helsinki.

O meu piercing novo!

Kerstin e eu para apanhar o metro para o centro.

Kerstin, Pascal e eu numa das muitas catedrais de Helsinki.

A catedral sem nós.


Catedral por dentro.


Johannes e Kerstin no almoço junto ao porto da capital.


Pascal e Céline a imitarem o Mário Soares.

Todos juntos a catedral principal de Helsinki.

Kerstin, eu e Helsinki.


Catedral de Helsinki.

Eu a ensinar o Pascal a papar.

Eu a dar de papar ao Pascal!

Jasmin e eu.

Despedida... :(
Pascal, Johannes, Kerstin e Céline.

Viagem a Kuusamo - A História

Sexta-feira 26 de Agosto tivemos o exame de Suomea logo de manhãzinha. Depois de almoço fomos ao centro de Oulu buscar 6 carros que tínhamos reservado para esse fim-de-semana. Eu era a única condutora no meio dos 5 rapazes e ficaram todos impressionados com a minha condução, não porque guiasse como os portugueses, mas porque conduzia bem, com segurança e sem ser paspalhona, pronto conduzia um bocadinho pó rápido mas com segurança.

Bem, alugámos os carros para irmos passar o fim-de-semana a Kuusamo, perto da fronteira com a Rússia, na Lapónia. Quanto à dormida só sabíamos que a casa dava para 26 pessoas e que era 12€ a cada um por noite. No meu carro ia eu, a Karolina (polaca), a Kerstin e Jasmin (alemãs) e a Diva (lituana) - o carro das miúdas fixes!

A viagem correu bem, e quanto a isso só tenho a acrescentar que as renas são malucas! E quando aqui vemos sinais com aviso de renas na estrada não é o mesmo que em Portugal ver sinal de vacas ou ovelhas. Aqui se há sinal, há mesmo animais. E estas renas não têm medo nenhum dos carros. Se lhes apetece atravessar a estrada nem pensam duas vezes e demoram o seu tempo. Vimos imensos lagos no caminho, como seria de esperar, e todo o tempo da viagem parecia que ia no Alentejo. Sempre em frente, sem nenhuma curva e sempre plano.

Chegámos a Kuusamo e depois a Ruka, a aldeia onde ficámos. Ruka é uma aldeia que vive basicamente do Inverno e da estância de ski. Quando chegámos vimos a casa por fora, estacionamos os carros e abrimos a porta.

Não queríamos acreditar!!! Tudo novíssimo. 6 Meses no máximo. Quartos de 2, 3 e 4 camas. Cama para todos. Sofás, poltronas, plasma, lareira, karaoke, cozinha completamente equipada, sauna dentro de casa e só para nós…que mais posso dizer. Ficámos boquiabertos e só por 12€ a noite! Claro que foi tão barato porque estávamos no fim de Agosto, a época baixa para aquela estância. Seja como for não queríamos sair dali nunca mais. Só queríamos passar o erasmus todos juntos naquela casa e naquela natureza e paisagem.

Primeira noite comemos sandochas, bebemos vinho verde que eles não acreditavam que pudesse existir e que era o mesmo que branco. As meninas beberam licor e os meninos enfiaram-se que nem parvos na cerveja.

Como já disse a casa tinha karaoke, dois micros e grandes colunas. Primeiro começamos pelo karaoke e devo-vos dizer que não há nada melhor que uma boa canção finlandesa.

Eu que já estava meia doentinha antes de ir, o que foi agravado pelo ar condicionado do carro, fiquei sem voz depois do karaoke. Então apoderei-me de um dos microfones e andava sempre a fazer coisas estúpidas do género: “ Martin, por favor traz-me uma cerveja do frigorífico!”, “Pascal, veste umas calças!” (o menino pascal gosta muito de andar de boxers), “ Andreu, saí de cima da Jasmin” e “Vika, por favor fecha a porta da varanda.”. Resumindo se queria que me ouvissem tinha de usar o microfone, porque com a voz já lá não ia. Claro que passado duas horas eles deixaram de achar piada e tiraram-me o microfone. Tomou posse o Pascal que andava de “país” em “país” a pedir para cantarem uma musica na língua mãe. Bebemos, fumamos chicha e fomos para a caminha.

Na manha seguinte foram todos fazer rafting e eu como nem voz tinha e já estava fresquinho nessa altura achei que se não queria uma pneumonia não devia ir. Fui ao centro de Kuusamo com a Karolina e a Kerstin. Fomos a uma farmácia porque entretanto no pequeno-almoço cortei um bife ao dedo e precisava de alguma coisa para desinfectar. E ficam a saber que se precisarem de álcool como nós temos em Portugal… esqueçam. Não há. Nem para assar chouriços. Comprei uma coisa manhosa. Desinfectou é o que interessa. A Karolina estava doentinha e na farmácia mandaram-na ir ao hospital, lá fomos nós. Aqui nos hospitais algumas das urgências têm hora marcada. Como sabiam que já tinham muita gente a frente dela, era fim-de-semana numa cidade e hospital pequeno e aquilo era a nível dermatológico, mandaram-na lá voltar as 18h30. Fomos às compras para todos os 26, e depois directamente para casa preparar a janta.

Nessa noite fiz dois daqueles bolos que levam 1,2 kg de vários tipos de chocolate, cada um. Eles adoraram. E tive uns quantos pedidos de casamento. O inglês até disse que me comprava um anel, mas ele é sempre assim para todas as meninas. Nessa noite os franceses cozinharam e estava mesmo muito bom. Queijo brie no final e tudo. Depois do jantar, arrumar tudo, jogar jogos, e ir para o telhado ver a Aurora Boreal.

No quarto das miúdas fixes (eu a Kerstin, a Jasmin e a Karolina) houve muita risota e palermice antes de adormecer.

No domingo a seguir ao pequeno-almoço fomos subir a montanha. 6 km sempre a subir. Chegámos lá a cima e tínhamos o mundo cheio de lagos aos nossos pés. Depois, mais 6km a descer. A meio encontramos uns dos tantos lagos e o pessoal foi à banhoca. Eu como ainda mal tinha voz, fiquei a olhar. Eles quase ficaram gelados e eu tirei fotos. Depois aproveitámos o sol, deitados nas mesas de um café da estância de ski. Claro que isso só foi possível porque ainda era Agosto e o café estava fechado… Voltámos para casa e eles seguiram para fazer sku num sítio apropriado. Eu fiquei a fazer a janta e “Natas do Céu” ou “Cream of Heaven” como eu lhes traduzi.

Para a janta fiz uma Pasta com salmão e os italianos fizeram também uma Pasta de Perugia. A polaca fez tarte de mirtilos e o alemão tarte de queijo. Foi giro no final o pessoal chegar ao pé dos italianos e dizer: “ Eh pá a vossa pasta estava demais! A outra estava um bocado seca, mas a do salmão…!” e os italianos, todos lixados responderem: “ pois, mas a do salmão é a que a Rita fez!” (claro que eles são rapazes e nunca tinham vivido fora de casa, agora passado 3 meses, a lasagna de um deles, põe a minha a um cantinho, com uma pinta...). Deliraram com as Natas do Céu e choveram mais uns quantos pedidos de casamento.

Nessa noite um dos carros foi embora, porque preferiu fazer a viagem de noite, em vez de acordar cedo. Confesso que de manhã quando fiz a viagem de volta essa também me pareceu uma boa ideia. Nunca na vida tinha visto tal nevoeiro… mas a viagem correu bem e chegámos sãos e salvos.

As fotografias podem encontrá-las no post intitulado: Kuusamo - Os melhores dias na Finlândia

sábado, 21 de outubro de 2006

ESTÁ A NEVAR LÁ FORA!





eu sei que estou em dívida em muitas histórias, fotografias e notícias... mas só agora rapidinho... está a nevar!!!

ESTÁ A NEVAR!!

para quem não sabe eu já nao via nevar desde os 2 aninhos de idade.


não sei se já disse isto... mas está a nevar, caramba!

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Viagem a Rovaniemi - A História

Na viagem a Rovaniemi tínhamos como plano sair de Oulu as 7h da matina, mas como os franceses são uns atrasados acabamos por sair quase as 8h. Chegámos à aldeia do Pai Natal no Círculo Polar Árctico as 10h55. E fomos direitos a casa dele para o vermos… Só que aqui a Rita, assim como mais uns quantos patos, ficou a tirar fotos à linha que mostra o círculo polar árctico, e a mais umas placas e tal. Resultado quando cheguei lá a bestinha estava a almoçar. Pizza, por sinal, que eu bem vi uma mulherzinha entrar com uma caixa na mão. Resultado, não tenho nenhuma fotografia com o Pai Natal nem lhe pedi as prendinhas deste ano (ainda) mas tenho umas belas fotos (como podem ver no post anterior) da minha perna a atravessar a merda do risco no chão!!! Fiquei fula! Que raio, quase toda a gente o viu e uns quantos ainda têm fotos com ele e eu…népia! Haviam de ver as minhas trombas nas fotografias seguintes…

Bem, deixando o Pai Natal, fomos almoçar rena no museu não sei quê árctico. Tinha um puré com um molho gorduroso escondido no meio, rena por cima do puré, pepino em pickles e groselhas para desenjoar toda a gordura do molho. Foi a minha primeira refeição maravilha na Finlândia, sem contar com as que eu cozinho é claro. Rena é boa, é mais ou menos parecido com avestruz, e um bocadinho com cabra, se bem que não tem nada a ver... Depois fomos para a loja do museu experimentar coisas estúpidas e caríssimas como aquele tapa orelhas a imitar corninhos de rena, que eu bem queria mas que custava a modesta quantia de 60€, e os “chapéus”, ou que raio era aquilo, de ursos polares. A seguir a isto apanhamos uma valente seca no museu com uma guia que mal falava inglês.

Depois do museu e de comermos rena fomos visitar uma quinta de renas e alimenta-las. E ao contrário da mulher do museu este homem foi mesmo simpático e divertido connosco. Vestia um traje típico da Lapónia. Mandou-nos entrar para uma tenda como as dos esquimós. Sentamo-nos todos à volta da fogueira e depois ele começou a perguntar-nos de onde éramos. E como é óbvio vínhamos todos do sul, comparando com ele. O traje da Lapónia tem um chapéu com quatro bicos e ele contou-nos a história do chapéu. Um dia, quando os quatro ventos do mundo sopravam todos ao mesmo tempo criando o caos na terra, surgiu um mago e prendeu os quatro ventos no seu chapéu, um em cada ponto. E depois os ventos gritavam: “Oh, por favor, deixa-nos sair daqui, deixa-nos soprar e ser livres, fazemos tudo o que quiseres!” e o mago respondeu-lhes: “Se querem ser livres, depois de eu vos soltar só podem soprar um de cada vez. E caso voltem a soprar todos ao mesmo tempo, eu volto a prender-vos e nunca mais vos solto!”, e os ventos aceitaram o pacto, e desde aí que cada um sopra na sua devida altura. Depois desta história ele explicou-nos que como vínhamos todos do sul, tínhamos todos a alma impura, mas que ele nos ia limpar a alma. Só que para nos limpar a alma tinha de ser com uma faca, mas que não nos preocupássemos que ele desinfectava a faca de cada vez que a utilizava. Então ele pôs a grande faca na fogueira e a seguir limpou às calças. Começou a entoar uns cânticos e mandou-nos baixar a cabeça quando se aproximava de nós. A faca não era afiada, e o que ele fazia enquanto cantava era passar-nos a faca pela nuca, uma vez, e com a outra mão deixava cair umas gotas de um líquido, que não faço ideia do que seria, mas penso que era só para nos assustar para pensarmos que era sangue e que nos tinha cortado. Fez isso a todos e disse que a nossa alma estava quase pura. Mas para ficar completo e conhecermos as renas, tínhamos de nos assemelhar a elas, então pôs um grande pau na fogueira e de seguida passava os dedos pelo carvão do pau e marcava-nos os corninhos na testa. O que não nos tinha dito era que só deveríamos tirar aquilo 6 horas depois. Resultado, andei em lojas e supermercados, bem como na rua em Rovaniemi, com manchas de carvão na testa, mas sinceramente não me importei porque há coisas que só se fazem uma vez na vida, e limpar a alma com certeza é uma delas J!

Conhecemos as renas, alimentamo-las e uma até me espirrou na mão, o que devo dizer que não é muito agradável. Mas elas são muito meigas, e calminhas, se bem que aqueles corninhos grandes impõem respeito.

Deixámos as renas que tínhamos um jogo de Pesäpallon (basebol finlandês) marcado com a turma que estava a aprender finlandês em Rovaniemi.

Claro que nós já tínhamos jogado umas quantas vezes, sabíamos as regras e dominávamos a cena por completo. Eles não tanto. Ganhámos 14-1. E o ponto foi só porque as professoras vieram falar connosco a dizer que eles não eram assim tão adultos para perder a zero… mas ganhámos e por muitos. Eu bati a bola e corri! Foi aqui que conheci o Miguel, outro português perdido na Finlândia. E por estranho que pareça quando encontramos aqui um português, parece que nos conhecemos desde sempre.

Nessa noite dormimos nuns bungalows muito fixes, a beira de um lago, todos em filinha, com a churrasqueira atrás e a sauna junto ao lago.

Fiz sauna e claro corri para o lago gelado. E quando digo gelado não estou a falar da água quentinha da Figueira da Foz… estou mesmo a dizer gelado.

O Miguel e mais uns amigos dele de Rovaniemi foram connosco para lá, e depois da sauna começamos a fazer o habitual churrasco. Eu que tinha levado dois chouricinhos fiz a alegria do Miguel. Um foi quase repartido pelas mais de 30 pessoas que lá estavam, e o outro foi para nós os dois matarmos saudades.

A meio da noite, à volta da fogueira a falar vi pela primeira vez a aurora boreal. Tentei tirar fotografias mas nada de jeito. Então lá tive de telefonar ao expert em fotografia que me deu umas boas dicas. O resultado foi a fotografia uns quantos posts abaixo.

Dormimos! De manhã fomos ao jardim zoológico da zona e vi animais característicos daqui. Ursos castanhos, ursos polares, alces, renas, lobos, e animais mais pequeninos e mochos e corujas, muitos mochos e corujas diferentes, umas quantas águias também.

Almoçamos no restaurante ao pé do zoo e como era self-service e o pessoal é um esganado de fome, comemos até rebentar. Comemos de tudo e houve até quem comesse as natas de por no café com chocolate em pé e bolachinhas para sobremesa… não é que eu as alemãs e a polaca não tenhamos feito a mesma coisa, mas ao menos foi só uma tacinha para as quatro.

A seguir ao almoço voltamos para Oulu. Cansados do pouco que dormirmos e de tudo o que fizemos, além do intensivo jogo de Pesäpallon, claro que no autocarro vinha quase toda a gente a dormir, e é obvio que digo quase porque há sempre aquele engraçadinho que tirar fotografias quando os outros dormem que nem uns anjinhos.

E foi assim a minha viagem à terra do Pai Natal.

Ps» ok, a viagem foi à mais de um mês e eu peço desculpa por só agora contar as coisas…

Mas prometo que serei mais breve quanto à viagem a Kuusamo e a Helsinki.